InícioEmerson LuisEsporte: Municipalização do SESI. Por Emerson Luis

Esporte: Municipalização do SESI. Por Emerson Luis

Nova pista de atletismo.

Pista de atletismo vai ser toda trocada. Foto: Reprodução

Ampliação do campo.

Campo de futebol vai precisar de adequações. Foto: Reprodução

Reforma na cobertura do ginásio.

Quadras sofrem com as goteiras quando chove. Foto: Reprodução

Aumento na profundidade da piscina externa.

Piscina externa necessita de mudanças. Foto: Reprodução

Construção de um parque.

Região do lago pode fazer parte do parque. Foto: Reprodução

Implantação de uma pista de caminhada.

Parte nos fundos do SESI onde deve passar a pista de caminhada. Foto: Reprodução

De uma academia ao ar livre…

Academia ao ar livre do Parque Ramiro serve de referência. Foto: Reprodução

Muita coisa precisa ser feita.

Que não vai começar da noite para o dia.

Entre teoria e prática existe a burocracia.

Pois a transição entre FIESC e poder público continua.

Restaurante da piscina externa. Foto: Reprodução

Projetos.

Licitações.

Repasse dos recursos.

A entrega das chaves…

Parte da estrutura onde funciona o estacionamento dos funcionários. Foto: Reprodução

Até novembro – quando está previsto o pagamento dos R$ 30 milhões do governo do Estado e a contrapartida da prefeitura de R$ 1,3 milhão – nada deve sair do papel.

Nem mesmo a transferência, natural, da Secretaria Municipal do Esporte (SME), da Rua Alberto Stein para a Rua Itajaí.

Além da efetivação do Programa de Paradesporto que segue atrelado à Educação (SEMED).

A criação de uma nova pasta, está sendo articulada na Câmara de Vereadores.

Estrutura pode receber inicialmente duas secretarias. Foto: Reprodução

Além de todos esses fatos citados, há o calendário de eventos do SESI.

Uma programação a ser seguida por quem ainda administra o lugar.

Pense na sua casa/apartamento.

O quão angustiante e demorado foi o processo até a entrada definitiva no novo imóvel.

Agora imagine os trâmites em um terreno de 320.000m².

Com uma área coberta e em atividades de mais de 22.000m².

Melhor não apressar o passo, não atropelar etapas, não se precipitar com expectativas.

Para não se frustrar.

Complexo esportivo visto do Morro do Sabá. Foto: Reprodução

Importante destacar que o Metropolitano, caso consiga o acesso, dificilmente vai conseguir disputar a Série A do ano que vem na cidade onde mora.

Na hipótese mais otimista, jogaria a Copa Santa Catarina, no segundo semestre.

Licitações duram em média de 30 a 90 dias.

Existe uma possibilidade de antecipação, caso a grama implantada seja sintética.

Torcida do Metropolitano em jogo pelo estadual da Série A. Foto: Reprodução

Em 2020, o clube gastou em Ibirama, cerca de R$ 400 mil.

Para jogar a segunda divisão.

Não custou mais porque a empresa Manoel Marquetti cedeu todo o maquinário.

E o próprio Atlético foi muito parceiro, afinal será beneficiado.

Gramado vai precisar ser aumentado em cinco metros no comprimento. Foto: Reprodução

Todo o gramado vai precisar ser trocado.

E aumentado.

Serão 2,5 metros a mais atrás de cada trave.

Para ter as medidas oficiais 105m x 68m – a largura tem a metragem suficiente.

Gramado tem as dimensões oficiais na largura. Foto: Reprodução

Sem contar a pista de atletismo.

Orçada em R$ 8 milhões.

Classe 2.

Para receber grandes eventos, inclusive o Troféu Brasil.

E ainda torneios sul-americanos.

Em junho, o Estádio Olímpico Nilton Santos, Engenhão, no Rio de Janeiro, recebeu a 41ª edição da principal competição de clubes da América Latina.

755 atletas.

123 clubes.

22 estados.

E o Distrito Federal.

O Esporte Clube Pinheiros SP foi o campeão geral – a Associação de Atletismo Blumenau (AABLU) terminou em 22º lugar no masculino.

No feminino ficou na 6ª posição.

Foi 8º colocado no geral.

Economicamente, o atletismo tem muito mais peso, nesse momento, do que o futebol.

Estádio Engenhão recebeu o Troféu Brasil de Atletismo. Foto: Reprodução

Em setembro, Blumenau vai ser sede dos Joguinhos Abertos.

Cerca de 4 mil atletas, técnicos, árbitros e dirigentes estarão por aqui.

Por razões óbvias, o atletismo será em Timbó.

E o BMX/ciclismo, em Brusque, pois seguimos sem pista.

Pista de atletismo sofre com infiltrações. Foto: Reprodução

De qualquer maneira, se existe algo a ser feito com urgência é a reforma no enorme telhado do ginásio para estancar as goteiras que estão danificando o piso de madeira flutuante das duas quadras oficiais.

Parte do telhado que precisa de reformas. Foto: Reprodução

Aliás, o que pouca gente sabe, é que o local tem uma terceira quadra 40m x 20m para jogos de futsal e handebol, e tantas outras modalidades.

Terceira quadra oficial do SESI. Foto: Reprodução

O espaço da ginástica, que já foi centro de referência nacional, necessita de reparos no teto, na fiação e no próprio tablado.

Ginásio que abriga a ginástica também precisa de reparos. Foto: Reprodução

A piscina interna, semiolímpica, de 25 metros, em tese, não tem problemas.

Piscina interna do complexo esportivo. Foto: Reprodução

Ao contrário da piscina externa, olímpica, com 50 metros, que tem 1,30 metro de profundidade.

A borda terá de ser levantada em 5 centímetros para se adequar às exigências da Federação Internacional de Natação (FINA).

Piscina de 50 metros precisa ser levantada em 5 centímetros. Foto: Reprodução

Ainda na parte de fora, está prevista a construção de uma pista de caminhada de 1200 metros – onde a maior parte do trajeto se estende por aquela grande área da lagoa, que deverá fazer parte do parque.

É o básico que sabemos.

Nível d’água da lagoa está bem baixo. Foto: Reprodução

Outros R$ 20 milhões, também prometidos pelo governador, virão para a execução dessas e outras possíveis obras.

Se especula um aporte mensal de até R$ 4 milhões do Governo Federal para a manutenção.

Já que a ideia é se tornar um Centro Nacional de Treinamentos.

Confirmar, na verdade, o que o Complexo Esportivo já é.

Gaiola do atletismo vai precisar ser recuada ou transferida para outro local. Foto: Reprodução

Tudo, portanto e no entanto, está no campo das teorias.

Estrategicamente vai ser explorado na hora certa.

Em um movimento político natural.

Que não há como dissociar.

Assim como os personagens envolvidos.

Que brigaram por esse objetivo.

E merecem a valorização.

Ao mesmo tempo, a fiscalização.

Embora, convenhamos, esteja cada vez mais difícil.

Complexo Esportivo Bernardo Wolfgang Werner. Foto: Reprodução

Ao se referir exclusivamente ao esporte e lazer, espera-se discernimento na nomeação dos responsáveis de cada setor.

Profissionais capacitados.

Concursados, de preferência.

Sem filiação ou conchavo político-partidários.

Gente técnica.

Com credibilidade.

Que não vai estar preocupada em ser “o pai (ou a mãe) da criança”.

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