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Caso Luna: mãe e padrasto são indiciados por feminicídio, estupro de vulnerável e tortura

A Delegacia de Polícia Civil da Comarca de Timbó concluiu nesta sexta-feira (10) o inquérito que investiga o caso Luna. Foi apresentado ao Ministério Público os resultados da investigação sobre a morte da menina Luna Nathieli Bonet Gonçalves, de apenas 11 anos. Mãe e padrasto foram indiciados por crimes de feminicídio, estupro de vulnerável e tortura e tiveram prisão preventiva decretada. O caso foi identificado pelo Hospital OASE, no dia 14 de abril e os principais suspeitos, estavam presos temporariamente para não interferir nas investigações.

Tento em vista a alta complexidade do crime, a prisão temporária dos dois foi prorrogada. Foram ouvidas testemunhas e agora, após a conclusão das análises laboratoriais, em conjunto com a análise de dados informáticos, a Polícia Civil finalizou a investigação e pediu a prisão preventiva. Conforme os investigadores, há indícios de que os suspeitos tenham usado um relho objeto usado para chicotear animais para agredir a vítima, além dos sinais de violência sexual que os laudos apontaram.

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Morte brutal

Conforme atestado de óbito, Luna – que já chegou mortal ao Hospital Oase – sofreu politraumatismo. Segundo o laudo, foram observadas lesões no crânio, baço, pulmão, intestino e também uma laceração na vagina da criança.

A menina morreu na madrugada do dia 14 de abril. Em depoimento, a mãe da criança confessou ter matado a filha com socos e chutes em represália a um relacionamento que a menina tinha. Diante dos fatos, a mãe e o padrasto da menina foram presos temporariamente e conduzidos aos presídios de Itajaí e Blumenau, respectivamente.

Relembre o caso

Luna deu entrada no Hospital Oase, em Timbó, já sem sinais vitais. A médica de plantão acionou a polícia depois de constatar que a menina apresentava diversos ferimentos, além de sangramento nas roupas íntimas.

Após confirmada a morte, a mãe e o padrasto da criança foram conduzidos à delegacia. Em depoimento, ambos argumentaram que a menina havia caído de uma escada. Ela não teria manifestado nenhum problema maior até a hora de dormir, quando, segundo os dois, teria passado mal.

No entanto, a autópsia teria revelado muito mais lesões internas e externas do que evidenciaria uma simples queda de escada, além de que a perícia encontrou marcas de sangue nas proximidades do quarto da vítima, no sofá, em uma toalha, fronha de travesseiro e em uma calça masculina.

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