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Secretaria de Saúde alerta para aumento de casos respiratórios em crianças em SC

Com a proximidade da estação mais fria do ano, aumenta a preocupação em relação a circulação de vírus que causam doenças respiratórias nas crianças. Nas últimas semanas, tem crescido o número de consultas de crianças com sintomas respiratórios, e a taxa de ocupação de leitos de UTI pediátrico para tratamento de síndromes respiratórias em crianças no Estado tem alcançado índices de 100%.

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Conforme o último boletim epidemiológico da gripe, já foram confirmados 157 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave por influenza em Santa Catarina, dos quais 28 evoluíram para morte. A maior parte dos casos de SRAG foi causado pelo subtipo Influenza A (H3N2), responsável por 113 casos e 23 mortes.

Em relação as crianças de 0 a 9 anos, foram registrados 36 casos e 2 mortes, sendo 28 casos e 2 mortes causados pelo vírus Influenza A (H3N2).

Vale lembrar que a vacina contra influenza trivalente que está sendo utilizada na campanha de vacinação contra gripe protege contra três tipos de vírus: Influenza A (H1N1), Influenza A(H3N2) e Influenza B.

A segunda etapa da campanha de nacional de vacinação contra gripe (influenza) teve início no dia 02 de maio, com a inclusão de novos grupos prioritários, entre eles as crianças de 6 meses a menores de 5 anos de idade e as gestantes e puérperas (mães até 45 dias após o parto).

As crianças de 6 meses a menores de 5 anos de idade fazem parte dos grupos prioritários para vacinação por apresentarem riscos de desenvolver complicações graves e até mesmo óbito. A vacinação das crianças além de protege-las contra formas graves da gripe, contribuem para reduzir a sobrecarga dos serviços de saúde e a reduzir a ocorrência de surtos nesse público, principalmente nas escolas.

Além disso, as crianças e adolescentes maiores de 5 anos de idade que sejam portadores de comorbidades, como doenças crônicas (respiratórias, cardíacas, renais, hepáticas e diabetes) além de outras condições de risco como obesidade, imunossupressão, transplantados e portadores de trissomias também são considerados grupos prioritários.

As crianças que estão sendo vacinadas pela primeira vez contra a influenza devem receber uma segunda dose, com intervalo de 30 dias após a primeira dose. Já aquelas que foram vacinadas em anos anteriores, devem receber apenas uma dose (dose única).

Os possíveis efeitos adversos-pós vacinais são raros, mas se ocorrerem são em sua grande maioria leves, como dor no local da aplicação, febre e dor no corpo, que pode durar até 48 horas. Caso ocorra algum sintoma diferente ou persistente, deve-se procurar um serviço de saúde.

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