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Grupo de blitz: por que fiscalizações são feitas?

Pense na seguinte situação: você está passeando de carro com a sua família na cidade e quando menos espera você se envolve em um acidente de trânsito com outro motorista que estava dirigindo embriagado. Ele cortou a sua frente e não deu tempo de fazer nada. Essa situação se tornou comum no trânsito. Motoristas bebem e saem pelas ruas sem pensar nas consequências. 

É aí que as blitze entram na história. Elas existem para impedir que motoristas alcoolizados dirijam como neste exemplo que citamos. Mas, elas têm várias outras funções. 

“As barreiras que são feitas pela Guarda Municipal de Trânsito tem o intuito único de fiscalizar os veículos e condutores. Como consequência acaba acontecendo situações adversas como de encontrar veículos furtados, roubados, posse de drogas, embriaguez ao volante”,  disse  o diretor de Trânsito da Seterb, Sérgio Antônio Martinez Junior. 

A ideia da blitz é  garantir que os motoristas circulem sem adotar práticas que possam colocar a si mesmos e os demais em risco.

Foto: Maurício Cattani

Nas blitze, fiscaliza-se, por exemplo:

– Se o motorista é habilitado e se a sua CNH está em dia;

– Se o motorista e passageiros utilizam o cinto de segurança;

– Se o condutor está dirigindo sob efeito de álcool;

– Se o veículo conta com todas as condições de bom funcionamento e conservação;

“Você pega também pessoas que estão foragidas do sistema penitenciário, pessoas que estão com mandado de prisão em aberto. Você junto com a fiscalização de trânsito, você pega diversas outras coisas, condutores andando embriagados colocando em risco a vida de outras pessoas. É um trabalho que é feito constantemente porque faz parte dos órgãos de segurança” disse,  o policial rodoviário federal, Manoel Fernandes Bitencourt. 

Quando alguém avisa sobre uma blitz, está interferindo nessa fiscalização. Logo, poderá ser penalizado por atentar contra a segurança pública, previsto no artigo 265, do Código Penal.

Eles estão indo contra a sociedade, estão indo contra a um trânsito mais seguro, uma sociedade mais segura, já que você pode tirar de circulação pessoas envolvidas com o crime. E avisando você fica do lado do crime”, completou o policial Bitencourt. 

A pena prevista para quem atentar contra a segurança pública é prisão de 1 a 5 anos e multa. Caso sejam flagrados, essas pessoas que cometem esse tipo de crime podem ser indiciados e responder criminalmente por seus atos.

Veja também:

Grupos de blitz: prática ilegal atrapalha e desafia autoridades de segurança

Grupos de blitz: avisar onde tem fiscalização é crime 

Na próxima reportagem vamos falar sobre a conscientização necessária para um trânsito mais seguro. 

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