InícioEmerson LuisEsporte: Cabelo platinado, verde, vermelho, azul...por Emerson Luis

Esporte: Cabelo platinado, verde, vermelho, azul…por Emerson Luis

Como os jogos da Copa São Paulo, que termina na próxima terça-feira (25), predominaram neste começo do ano, vimos esse tipo de visual eclético com mais frequência.

Só que ele vem fazendo a cabeça dos boleiros e do público masculino, em geral, já faz um tempo.

No último Campeonato Brasileiro, o Flamengo foi um dos grandes expoentes.

Goleiro Diego Alves do Flamengo. Foto: Alexandre Vidal/Flamengo

Estilo adotado anteriormente na Europa por estrelas como Neymar, Messi e Lewandowski.

Polonês Lewandowski em ação pelo Bayern. Foto: Reprodução/Internet

Aqui em Blumenau não é diferente.

No Torneio de Verão de Futsal, por exemplo, está cheio de jogador com a cabeça pintada.

Jogo do Torneio de Verão de Futsal: Foto: Giovanni Silva

Juba platinada, verde, vermelha, azul, roxa, dread, moicano, careca…

Gosto dessa atitude camaleônica.

Não são as mechas que vão alterar o jeito de alguém jogar.

O que muda o comportamento é quando a cabeça literalmente está em outro lugar.

A falta de ambição e soberba arrebentam com qualquer esquema tático.

Elenco do Fluminense na Copinha. Foto: Twitter/Fluminense

Vejamos o Fluminense.

Apareceu como um dos favoritos na copinha.

Bons valores individuais, bem treinado, entrosado, mas com a confiança e o salto, altos demais.

Boa parte da torcida e tricolores na Imprensa reforçavam essa autossuficiência.

Que de alguma maneira acabou entrando em campo.

Bastou um adversário mais concentrado e disciplinado, também com qualidade solo, como o Santos, para os moleques de Xerém, sucumbirem nas oitavas de final.

Time do Santos na Copa SP. Foto: Pedro Ernesto Guerra Azevedo/Santos FC

Audax x Vasco.

2ª fase.

Decisão da vaga nos pênaltis.

Na hora H, um dos batedores paulistas foi inventar uma cavadinha.

Uma finalização desleixada.

Todo um trabalho jogado fora por um capricho individual.

Mirassol x Santos.

Outra decisão na bola parada.

O garoto do Mirassol também arrisca a cavada.

E arrebenta com o time.        

Espelhos.

O excesso de audácia e irresponsabilidade vira e mexe atinge os jogadores profissionais.

Neymar, Ronaldinho Gaúcho, Alexandre Pato e até Loco Abreu (especialista) já foram infelizes na marca da cal.

Nada os prejudicou – estavam consolidados na carreira.

Apenas Pato ficou marcado pela torcida corintiana.

Basta uma Copa São Paulo para mudar a vida de alguém.

É preciso jogar com seriedade até em pelada de patota.

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