InícioGeralMatriz de Risco: SC não apresenta regiões em nível grave ou gravíssimo

Matriz de Risco: SC não apresenta regiões em nível grave ou gravíssimo

Mais um sinal de alívio. Pela primeira vez em muito tempo, a Matriz de Risco Potencial Regionalizado em Santa Catarina não indica regiões no risco gravíssimo (cor vermelha) e nem no risco grave (cor laranja) para a Covid-19. Os indicadores deste sábado (9) assinalam 13 regiões como risco potencial alto (cor amarela) e quatro como risco potencial moderado (cor azul). Clique aqui para mais detalhes.

As regiões do Alto Uruguai e Vale do Itapocu mantiveram a classificação de risco moderada da semana passada enquanto as Regiões do Alto Vale do Rio do Peixe e Serra Catarinense passaram a ser classificadas como risco moderado, refletindo a melhora nos indicadores de transmissibilidade e capacidade de atenção.

Já a Região Oeste, que estava classificada como Risco Grave na semana passada, passou a figurar como Risco Alto, como nas outras 12 regiões. Para isso, foi fundamental a melhoria no indicador de transmissibilidade, com uma redução no índice de casos infectantes e na taxa de contágio da Covid-19 nos municípios da Região.

No total, as regiões em risco alto são Alto Vale do Itajaí, Carbonífera, Extremo Oeste, Extremo Sul, Foz do Rio Itajaí, Grande Florianópolis, Laguna, Médio Vale do Itajaí, Meio Oeste, Nordeste, Oeste, Planalto Norte e Xanxerê.

Vacinação: Fator crucial

O aumento na cobertura vacinal no estado tem sido um fator essencial na melhora dos indicadores da Matriz de Risco em todas as regiões do Estado. O avanço na vacinação tem provocado uma importante redução na taxa de hospitalização, com ocupação de leitos de UTI na faixa de 65% e na redução de óbitos. O número de casos ativos permanece na faixa de 7.754, com uma média de mil casos novos por dia.

Já foram aplicadas mais de 8,9 milhões de doses de vacina contra Covid-19, sendo que 5,3 milhões de catarinenses já receberam a primeira dose (73% da população total), 3,5 milhões a segunda dose ou dose única, estando completamente imunizados (48,6% da população total), 61.932 idosos e profissionais de saúde receberam a dose de reforço e 4.839 pessoas com imunossupressão grave receberam doses adicionais.

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