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Vereador do PSL é eleito presidente da CPI do Transporte Coletivo da Câmara

O vereador Carlos Wagner (Alemão), do PSL, foi eleito o presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Transporte Coletivo da Câmara de Blumenau. A reunião de instalação ocorreu no início da tarde desta quarta-feira (28), após dois adiamentos. Alexandre Matias, do PSDB, será o relator. O terceiro integrante é Marcelo Lanzarim, do Podemos.

Os principais pontos a serem analisados pela CPI são: a não construção de uma garagem para os ônibus pela Blumob, a higienização dos veículos e o repasse de subsídios da Prefeitura de Blumenau à empresa concessionária. Ao fim dos trabalhos, um relatório será encaminhado ao Ministério Público, para que sejam tomadas as medidas pertinentes – sem houver necessidade de alguma intervenção.

“O objetivo da CPI é de instrução e não de procedimento penal. Ela não possui qualquer caráter punitivo, mas sim opinativo”, declarou o presidente logo após a instalação da comissão. A CPI terá trabalhos de forma presencial, respeitando os protocolos de segurança, com reuniões semanais ou até mais de uma vez por semana, se for preciso, com transmissão ao vivo pela TVL e pelas redes sociais da Câmara.

Cronograma

O próximo encontro, que será considerado a primeira reunião da CPI, está marcado para o dia 04 de agosto, às 13h30min, aberto ao público. O presidente da comissão já adiantou que pretende convocar, ao menos, quatro pessoas para prestar esclarecimentos sobre o transporte coletivo em Blumenau. São elas:

– Fabrizio Barbieri – secretário de Trânsito e Transporte (Seterb)

– Heinrich Luiz Pasold – diretor geral da Agência Intermunicipal de Regulação do Médio Vale do Itajaí (Agir)

– Jeckeline Maria Sartor – diretora de Vigilância em Saúde

– Paulo Sérgio Coelho – representante da Blumob

Mas, apesar da pressa de Alemão, os demais membros da CPI argumentaram que, antes de convidar os envolvidos, seria melhor solicitar através de requerimentos os contratos e documentos oficiais para fazer um estudo aprofundado do caso, com tempo, para depois formular os questionamentos necessários.

Lanzarin chegou a cogitar a possibilidade de solicitar uma análise técnica da documentação, tendo em vista que nenhum dos membros da CPI é especialista no assunto. Diante desses argumentos, ficou acertado que, por enquanto, ninguém será convidado a prestar esclarecimentos.

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