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Queda de ponte e estragos: Prefeitura de Brusque avalia situação da cidade depois das fortes chuvas

A cidade de Brusque registrou na noite de terça para quarta-feira (9) um volume de 96,1 milímetros de chuva em seis horas, quantidade esta esperada para todo o mês. O resultado de tudo foram diversas ocorrências em vários bairros do município, sobretudo na localidade de Limeira. Foi também a chuva uma das prováveis causas da queda da ponte Prefeito Antônio Heil, ligação dos bairros Guarani e Rio Branco, por volta das 11h desta quarta.

O registro total de chamados acusa 105 ocorrências na cidade, O prefeito Ari Vequi, acompanhado do vice-prefeito Gilmar Doerner e da equipe de governo, concedeu entrevista coletiva à imprensa no final da tarde desta quarta-feira, na sede da Defesa Civil. “Esta é a pior notícia para a administração nesse momento. Lamentamos tudo o que aconteceu e vamos trabalhar para resolver as questões o mais rápido possível”, avaliou.

De acordo com Vequi, mais de 90 famílias foram atingidas pelas cheias e 15 serão encaminhadas para o abrigo municipal, montado na Arena Multiuso, sendo a maioria moradoras do Loteamento Dom Nelson. O município também teve prédios públicos atingidos, como a Unidade Básica de Saúde do bairro Limeira Alta e a Escola Alberto Pretti. Foram ainda registados incidentes na área industrial e no comércio do bairro Limeira.

Outros detalhes sobre o atendimento as vítimas e a recuperação da estrutura viária nos bairros mais atingidos também foram pontuadas durante a coletiva de imprensa. Mas a preocupação maior é com relação a ponte Prefeito Antônio Heil. É a segunda estrutura que cai na cidade neste ano, a primeira foi a Ponte Santos Dumont, a “Ponte da Bilu”, na Rua Luiz Gonzaga Werner, bairro Santa Terezinha, no feriado de Tiradentes.

A queda da ponte

Vequi ainda apontou a questão das chuvas como um dos fatores para que a estrutura da ponte, de mais de 50 anos, cedesse, além do crescimento do comércio e indústria no local, que traz consigo um volume grande de veículos pesados para o tráfego local. “Nós não temos como parar o comércio, mas sabemos que as vias urbanas e as pontes não são preparadas”, destacou.

A secretária de Infraestrutura Estratégica da cidade, Andrea Patricia Volkmann, explicou que esteve na ponte com os engenheiros da prefeitura para verificar a possibilidade de reaproveitamento dos materiais. “Com a queda verificamos que houve ruptura da laje e aparentemente não será possível aproveitar as vigas. Ainda é prematuro falar em prazos para que o acesso seja restabelecido”, afirma.

Está sendo avaliada a possibilidade de construção de uma passagem provisória para ciclistas e pedestres no local da ponte até a sua reconstrução. A solicitação feita à comunidade é que o tráfego de veículos seja realizado pela Ponte do Rio Branco, com mais condições de sustentar veículos, sobretudo mais pesados.

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