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17% dos leitos de UTI de Blumenau estão ocupados por pacientes de outras cidades

Blumenau atingiu neste sábado (18) a sua maior taxa de ocupação de leitos de UTI destinados aos pacientes com Covid-19 desde o início da pandemia. O índice chegou a 92%. Das 63 vagas nos hospitais da cidade, 58 estão sendo utilizadas neste momento. Isso quer dizer que restam apenas 5.

De acordo com os dados apresentados no boletim diário da Prefeitura de Blumenau, há 48 moradores de Blumenau nesses leitos de UTI. Outros 10, ou seja 17% do total, são moradores de outras cidades do Vale, da Foz do Rio Itajaí e até da grande Florianópolis. Na enfermaria, são 53 de Blumenau e 8 pessoas de fora (13%).

Na live de hoje, o prefeito Mário Hildebrandt fez questão de explicar que é o Estado que faz a regulação dos leitos, que encaminha os pacientes para as unidades. “É um sistema integrado, com um mapa de leitos. Primeiro, se tenta uma vaga na cidade ou na região do paciente. Se não tiver, vai para outra localidade”, disse.

Para evitar a lotação máxima de leitos de UTI, a Prefeitura de Blumenau trabalha na ativação de 25 novas vagas, os chamados “leitos de guerra”, utilizando os respiradores que o Governo do Estado enviou ao município. “Nós estamos absolutamente no limite da condição de implementação e de atendimento da população”, declarou o prefeito.

Nas últimas 24 horas, a cidade contabilizou 114 testes positivos para o coronavírus, chegando ao número de 5.495 casos confirmados. Deste total, 3.371 pessoas estão recuperadas. Outras 2.099 estão em tratamento, sendo 2.044 em isolamento domiciliar. A quantidade de mortes chegou a 25, com duas mortes neste sábado (18). Confira:

Tratamento profilático

Na coletiva deste sábado (18), o secretário de Saúde de Blumenau, Winnetou Krambeck, falou sobre o tratamento profilático contra a Covid-19, já que têm sido constantes os questionamentos sobre esse assunto. “Voltamos a repetir: o profissional médico tem liberdade para receitar a medicação que achar necessária, junto com o paciente. Não temos um protocolo ou um kit de prevenção por entender que não existe comprovação científica da eficácia desses medicamentos”, referindo-se à remédios como Cloroquina e a Ivermectina.

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