InícioGeralCoronavírus: comandante da PM de Blumenau detalha fiscalização na cidade

Coronavírus: comandante da PM de Blumenau detalha fiscalização na cidade

Mesmo após a publicação da portaria da Saúde do Governo do Estado, que diz respeito à liberação de diversas atividades econômicas em todo o território catarinense, muitas dúvidas surgiram. A medida em caráter emergencial começou a valer nesta segunda-feira (6) e liberou uma série de profissionais para retornarem aos seus postos de trabalho, a maioria autônomos ou liberais.

Desde o início do decreto de emergência no Estado, a Polícia Militar tem feito a fiscalização, para saber se as empresas estão seguindo à risca as normativas. Apenas serviços essenciais funcionam com a restrição de circulação de pessoas, como mercados e farmácias. O comércio de rua e em shoppings ainda está com as portas fechadas. Restaurantes e lanchonetes se adaptaram com as entregas na casa dos clientes,

O comandante do 10º Batalhão da Polícia Militar em Blumenau, tenente-coronel Jefferson Schmidt, explicou que muitos comércios podem trabalhar com o sistema de delivery, ou seja, sem que o consumidor vá ao local. Nos pet shops, por exemplo, o serviço de banho e tosa pode ser feito se a empresa buscar e depois levar o animalzinho para a casa do cliente, sem aglomerações no espaço comercial.

Ainda sobre o delivery, segundo o comandante da PM, vários segmentos podem trabalhar dessa forma como papelarias e até lavações de carro, por exemplo. “O dono da lavação pode buscar o veículo na casa da pessoa. Além disso, toda empresa deve obedecer as medidas restritivas que dão segurança ao funcionário, como ter apenas 50% da equipe no estabelecimento, equipamentos de segurança de uso individual, máscaras e álcool em gel.”

Após a liberação da venda de chocolates e artigos de Páscoa, a grande dificuldade enfrentada pela PM foi o número elevado de denúncias no fim de semana. “As viaturas foram aos locais identificados pelos denunciantes, verificaram cada situação conforme o que consta no cadastro do CNPJ e observaram uma organização muito boa por parte dos proprietários e funcionários. Todos atendendo o que preconiza a legislação, ou seja, vendendo apenas os doces, sendo roupas e brinquedos isolados para que os clientes não pudessem ter acesso,” finaliza Schmidt.

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