InícioGeralRegistrado o primeiro caso de febre amarela em morador de Indaial

Registrado o primeiro caso de febre amarela em morador de Indaial

A Vigilância Epidemiológica de Indaial confirmou o registro do primeiro caso de febre amarela em humano na cidade. O morador da Rua Palotina, no bairro Encano do Norte, foi diagnosticado com a doença e já está em tratamento. A Secretaria de Saúde chama a atenção da comunidade para que realize a vacinação. Nas próximas semanas, a Secretaria Municipal de Saúde irá lançar uma nova campanha de conscientização.

A vacina é a forma mais eficaz para evitar a febre amarela. Ela é gratuita e está disponível nas unidades de saúde. É necessário ter cadastro no município e apresentar carteirinha de vacina, cartão SUS e documento oficial. Quem ainda não tem cadastro, pode procurar a unidade de referência e apresentar os seguintes documentos: RG, CPF, cartão SUS e comprovante de residência.

Podem ser vacinados contra a doença os moradores com idade entre 9 meses a 59 anos. Pessoas com mais de 60 anos e doenças autoimunes devem ter autorização médica. Para gestantes está contraindicada a imunização. Além disso, a nova regra é de que as crianças, além de receberem uma dose aos 9 meses, terão reforço da vacina aos 4 anos. O Ministério da Saúde também recomenda reforço para quem tenham recebido vacina com menos de cinco anos de idade.

A doença

A febre amarela é uma doença infecciosa transmitida por mosquitos que vivem principalmente na mata pela presença de animais silvestres. A ocorrência de animais doentes ou mortos, especialmente macacos, indica que a doença pode estar presente e que há risco das pessoas também adquirirem a febre amarela.

Vale esclarecer que os macacos não transmitem essa doença para o homem. Na verdade, eles são os primeiros a adoecer, por isso alertam os órgãos de saúde do perigo. Em Indaial, a preservação e o monitoramento dos primatas é feito de forma integrada pela Vigilância Epidemiológica e pelo Projeto Bugio.

Caso um macaco morto ou doente seja encontrado, a recomendação é avisar a Vigilância Epidemiológica (3317-2112) ou entrar em contato com o Projeto Bugio (3333-3878).

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