InícioEmerson LuisEsporte: "Outro patamar". No futebol, no vôlei, no basquete...por Emerson Luis

Esporte: “Outro patamar”. No futebol, no vôlei, no basquete…por Emerson Luis

Assisti APAN 0 x 3 SESC RJ. 

Parciais de 23/25 – 17/25 – 19/25.

Domingo à noite. 

Jogo às 20h.

E o Galegão tava cheio. 

Torcida empurrando.   

Time blumenauense focado.

Jogando bem. 

Diante de um adversário poderoso.

Com investimento muito maior.

Com jogadores de seleção brasileira.  

Que está em outro patamar.  

SESC RJ conta no elenco com atletas da seleção. Foto: Raphael Guilherme Moser

Vôlei.

Basquete.

Para ficar nesses dois exemplos.

Não existem zebras.

O último colocado não vai ganhar do primeiro.

É raro.

A classificação da Superliga é fidedigna.

Os quatro primeiros colocados são os mesmos desde as primeiras rodadas.

Sada Cruzeiro MG, Taubaté SP, SESC RJ e SESI SP. 

Um deles vai ser o campeão.

APAN jogou unida, focada mas não conseguiu superar o time carioca. Foto: Raphael Guilherme Moser

Não há demérito nenhum na derrota da APAN. 

Pelo contrário. 

Estou basicamente comparando realidades.

E metas.

Que são diferentes.

Mais ou menos o que falou Jorge Jesus.

No site da Confederação Brasileira de Vôlei é possível encontrar o perfil de cada time. 

Pesquisando mais a fundo, chega-se na biografia de cada jogador.

Bem interessante.

A campanha blumenauense precisa ser destacada. 

Temos um bom time.

Do tamanho do orçamento.  

Que é bem chato de ser batido. 

Que vai vender caro cada derrota.

Que estará nos playoffs.

Bluvolei está buscando entrosamento dentro da competição. Foto: Bruna Evelin

Superliga B Feminina. 

Sem novidades. 

O Bluvolei entrou na competição da noite pro dia.  

Com pressa.

Sem dinheiro. 

Sem reforços.

Que chegaram na 2ª rodada.

O time está se entrosando nos jogos.

Brasília DF (que foi rebaixado) e Itajaí lideram. 

Os que têm mais recursos. 

Financeiro e humano. 

A classificação está aqui. 

Jorge Jesus, técnico português do Flamengo. Foto: R7

A declaração do português após a vitória sobre o Fluminense continua ecoando.

Ação e reação.

No primeiro momento como torcedor do Fluminense (o único time que torço quando não estou jornalista), no calor da derrota, não gostei.

A razão ficou em segundo plano.

Como profissional, lendo e escutando algumas opiniões, entendo que houve exagero.

Mais tarde, Jesus fez um mea-culpa.

Mas no geral, foi mal interpretado.

Como a maioria é quando fala a verdade.

Ser transparente virou crime.

Não só no futebol.

Tá tudo invertido.

E os sanguessugas de plantão se deliciam com a maldade alheia.

Camisa personalizada de Bruno Henrique vendeu 15 mil unidades no primeiro dia. Foto: flamengorj.com.br

O Flamengo está em outro nível mesmo. 

Se jogar com seriedade e com a mesma intensidade sempre, não tem pra ninguém.   

Só não pode se perder na soberba e menosprezar um rival, por exemplo.

Contra o limitado Fluminense, por pouco o salto não quebrou.

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