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Esporte: Nenhum clube pode virar as costas para seu torcedor, por Emerson Luis

Entre eles o Clube Atlético Metropolitano.

Torcedores me perguntam:

“Alguma novidade no Metrô”?

– A mesma dos últimos dias. O contrato de parceria com a empresa de André Santos está em análise com o departamento Jurídico. A previsão, se tudo der certo, é que seja assinado até 7 de março.

“Mais alguma coisa”?

-Por enquanto não.

Tem gente que ainda demonstra interesse pelo time.

Sem informação no site. sem assessor de Imprensa, sabe-se pouco ou quase nada do clube.

A última notícia foi publicada no dia 25 de janeiro, destacando (três dias depois) o aniversário de 18 anos.

Era o mínimo que se esperava.

De concreto, é fato que a equipe vai jogar a Série B, em Ibirama.

Que o gramado do estádio da Baixada, no momento, passa por obras.

Está ficando maior.

Precisa se adequar às novas exigências da Federação.

Momentos marcantes entre time e torcida no Sesi são passado. Foto: CA Metropolitano

Essa foto mostra um momento marcante vivido entre time e torcida.

Na elite catarinense.

Sesi lotado.

Torcida apoiando.

Cidade respirando futebol.

Tudo isso agora é passado.

Recuperar a confiança e a auto-estima das pessoas requer muito trabalho.

E ação.

Festa de 18 anos do Metropolitano em uma cervejaria. Foto: CA Metropolitano

Vira e mexe envio uma mensagem para o presidente. 

Nas duas últimas perguntei para Valdair Matias se houve algum tipo de avanço nessa negociação que terá gestão compartilhada. 

Monossilábico, respondeu: 

“Permanece aquela posição”. 

Quis saber também sobre a falta de notícias. 

“Estamos aguardando para semana que vem a minuta do contrato para depois trazer mais informações”.    

Sei que diante da sua minguada receita mensal (R$ 2,5 mil), o clube não tem condições de pagar um profissional para alimentar e atualizar o site.

Quem faz parte da diretoria não é do ramo ou não tem tempo para publicar alguma coisa.

São voluntários.

Têm outros empregos.

Até compreendo.

Que se acerte com um estagiário, então.

Que se faça um contrato de experiência.

Informação é o trivial.

Essa semana só se ouviu falar do Metropolitano por causa da morte de Valdir Espinosa. 

Porque ele passou por aqui em 2016. 

Ex-técnico do Metropolitano Valdir Espinosa. Foto: Reprodução

É necessário criar algum fato novo, alguma expectativa.

O clube está esquecido.

Desacreditado.

Daqui a pouco sai a tabela da segundona. 

Que vai começar em 31 de maio. 

Dá tempo para agir.

E mostrar que ainda existe vida no CT Romeu Georg.  

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