Caso Bianca: Ministério Público protocola lista de testemunhas para o júri popular

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Foto: Arquivo / Redes Sociais

O assassinato da jovem Bianca Mayara Wachholz, morta pelo ex-namorado, Everton Balbinott, em julho de 2018, ganhou mais um capítulo esta semana. O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) protocolou na tarde desta quinta-feira (27), a lista de testemunhas que serão ouvidas no Tribunal do Júri. A sessão, que será realizada no Fórum de Blumenau, ainda não tem data para acontecer.

Nesta sexta-feira (28), abriu o prazo para que os assistentes de acusação da família Wachholz, Alexandro Roberto Maba e Guilherme Piza, também apresentem as testemunhas. Os nomes deverão ser enviados até a próxima semana. Em seguida, será a vez da defesa de Everton nomear as pessoas que irão testemunhar sobre o crime. Desta forma, os jurados poderão ter mais embasamento e, então, tomarão a decisão de absolver ou condenar o réu.

Relembre o crime

Bianca Wachholz foi morta no dia 25 de julho, na casa da mãe dela, pelo ex-companheiro, Éverton Balbinott. O crime foi testemunhado pela mãe da vítima, Sônia Lima. Segundo testemunhas, ele não aceitava o fim do relacionamento. Um dia antes de cometer o crime, o acusado já havia ameaçado a vítima dizendo que a mataria colocando uma arma na cabeça dela.

Bianca, assustada e com medo, foi até a casa dos pais, e naquele mesmo dia enviou um áudio pelo WhatsApp a um amigo do casal relatando tudo o que havia acontecido e disse que registraria um boletim de ocorrência. Cerca de uma hora depois, Everton pulou o muro da residência, que fica no bairro Itoupava Central. A artista plástica disse à mãe que ouviu alguém entrando.

Ao abrir a porta da cozinha, Sônia se deparou com o ex-companheiro da filha e convidou ele para entrar. Em seguida, Bianca apareceu no corredor e perguntou se Balbinott estava armado. Naquele momento, ele sacou o revólver e perseguiu a vítima, que se desequilibrou e caiu no chão do banheiro. Foi aí que Éverton fez um único disparo no rosto de Bianca, que morreu na hora.

O suspeito fugiu e se apresentou à polícia um dia após cometer o crime, prestou depoimento e foi liberado. Porém, a polícia representou pela prisão preventiva do suspeito e assim que a Justiça emitiu o mandado, Éverton foi preso, no dia 27 de julho, na casa de um parente. Desde então, ele está detido no Presídio Regional de Blumenau à espera do julgamento.

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