Polícia Civil prende suspeito de assassinar mãe e filha no bairro Tribess em Blumenau

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Foto: Arquivo pessoal

Notícia atualizada às 23h20min

A Polícia Civil prendeu nesta terça-feira (21) a pessoa suspeita de ter assassinado mãe e filha, em abril de 2018, na casa onde moravam, no bairro Tribess, em Blumenau. É um homem, que ainda não teve a identidade revelada, localizado na serra catarinense. Ele está sendo transferido para o Vale do Itajaí, onde haverá uma coletiva de imprensa amanhã, quando devem ser divulgados todos os detalhes da investigação.

O responsável pelo caso é o delegado Douglas Teixeira Barroco, da Divisão de Investigações Criminais (DIC) de Blumenau. Por telefone, ele informou ao Portal Alexandre José que o suspeito não pertence à família das vítimas, mas era uma pessoa muito próxima de Inês do Amaral, de 57 anos, e Franciele Will, de 30 anos. O delegado geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Paulo Norberto Koerich, acompanha os trabalhos.

Odair Will, filho de Inês e irmão de Franciele, concedeu entrevista ao comunicador Alexandre José minutos após receber a notícia e fez um desabafo. O jovem disse estar aliviado com o desfecho do caso, mas quer saber qual foi o motivo do crime. “Agora ele vai ter que pagar”, afirmou, em frente à residência da família – local onde as vítimas foram mortas com requintes de crueldade.

O crime

No dia 4 de abril de 2018, mãe e filha foram assassinadas no bairro Tribess, em Blumenau. Inês do Amaral, de 57 anos, e Franciele Will, de 30 anos, foram encontradas mortas dentro de casa por Odair, filho e irmão das vítimas, por volta das 20h30.

Conforme o laudo do Instituto Geral de Perícias (IGP), Inês foi estrangulada e Franciele teve diversos cortes profundos no pescoço. O corpo da mãe estava no quarto dela, coberto com um edredom. A filha foi morta na cozinha, ainda com a bolsa pessoal perto do corpo.

O suspeito de assassinar as duas fugiu do local do crime com o carro de Inês. O veículo foi localizado no dia seguinte ao homicídio, na Rua Alexandre Volta, no bairro Itoupava Norte. Um ano depois, o crime ainda era um mistério para a família e amigos das vítimas.

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