Júri popular condena homem que matou a namorada em Blumenau

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Foto: Polícia Civil/DIC Blumenau

O Tribunal do Júri da Comarca de Blumenau condenou a 22 anos, quatro meses e 15 dias de reclusão o réu Adilson Tognoli, acusado de matar Neuza Grassmann, no início de 2017. O julgamento, que começou às 9h desta quarta-feira (21), terminou no final da tarde, após a decisão do corpo de jurados, formado por sete pessoas da comunidade.

O homem foi julgado por homicídio duplamente qualificado e por falsa identidade. Ele usava o nome de Luciano Cabral para encobrir sua verdadeira identidade, pois era foragido da Penitenciária de São Pedro de Alcântara, onde cumpria pena por outros delitos, como roubo. Após o crime, o suspeito teve a prisão preventiva decretada e aguardava pelo julgamento detido.

O feminicídio aconteceu no dia 06 de janeiro do ano passado, mas só foi descoberto no dia 09, quando uma das filhas da vítima foi até a casa dela, no bairro Salto do Norte. O corpo da auxiliar de serviços gerais foi encontrado sobre a cama, com um corte no pescoço. No imóvel, também estava a moto da mulher. Por isso, a polícia descartou a hipótese de latrocínio – roubo seguido de morte.

As investigações contaram com o relato de uma importante testemunha, que disse ter visto Adilson entrar na casa de Neuza com uma faca. Os dois mantinham um namoro, mas ela contou à familiares que queria terminar o relacionamento por causa do comportamento agressivo do companheiro. Este teria sido o motivo principal do crime.

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