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Respeito e pés no chão são sempre bem-vindos no futebol. Por Emerson Luis

INTERPRETAÇÃO
Que bom que houve um ruído de comunicação, lá mesmo no vestiário do Sesi. Marcelo Mabilia agradeceu o comprometimento de todos, pediu a manutenção do foco, dos pés no chão, do objetivo traçado pelo clube, cobrou respeito ao Camboriú, advertiu o grupo sobre os cuidados durante a semana com declarações na mídia, afinal Mauro Ovelha usaria todo e qualquer tipo de argumento para mexer emocionalmente com seus jogadores. Um erro de interpretação de um membro da diretoria por pouco não criou um climão desnecessário e inócuo, com o veto das entrevistas por cinco dias, de quarta (15) a domingo (19). Tudo resolvido.

CONVIVÊNCIA
O grupo concentra a partir desta quinta (16) no CT Romeu Georg. Fechadinho, à disposição dos poucos veículos de comunicação que acompanham o clube, liberados para falar da atmosfera, da expectativa do jogo decisivo. Embora a maioria dos boleiros não goste de dar entrevista, essa é uma maneira até de quebrar a tensão, relaxar, porque convenhamos, ficar quatro dias juntos, em um mesmo ambiente, com cerca de 30 marmanjos, não é fácil. Quer conhecer alguém, apontar o dedo, julgá-lo (se for de sua índole), conviva. Se expor intimidade por três dias com parentes e amigos já é complicado, imagina com colegas de trabalho!

PRUDÊNCIA
Vacinado, com vários jogos decisivos na bagagem, sobretudo como jogador de clube grande, em ambientes muito mais densos e tensos, de pressão, de cobranças, Mabília está corretíssimo. Se o Metropolitano fez 2 x 0 aqui no Sesi porque o Camboriú não pode repetir o placar no próximo domingo? Campanha por campanha, a do adversário é melhor. No mano a mano, 11 a 11, o time blumenauense tem mais bola, tem mais talento individual, só que cada jogo tem uma história.

ATITUDES
Na hora da verdade, o que conta é o momento de cada um, a tranquilidade, a confiança, o sangue no olho, o foco coletivo. A semana de preparação física, técnica, tática, mental, o descanso, o impacto das preleções do treinador, atividades extras para quebrar o gelo na concentração (sinuca, bingo, mágico), o incentivo monetário (bicho) também terão influência. Tudo pesa. Só que o desempenho no Roberto Santos Garcia não terá nenhuma, mas nenhuma interferência mesmo, se fulano ou beltrano falou ou deixou de falar com a Imprensa.

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