As ambiguidades de BEC e Metrô, por Emerson Luis

PUBLICIDADE

Foto: Bruno Vicentainer/ Esporte em Foco

NO CAMINHO
Não foi uma atuação de encher os olhos, o time ainda precisa de alguns ajustes, como todo mundo, mas a apresentação do Metropolitano diante do Fluminense foi segura, vitória por 3 x 0 com propriedade, digna de um time que está se encaixando, ganhando cada vez mais confiança.

HUMILDADE
Se continuar nessa pegada, o Metrô tem tudo para estar entre os quatro melhores que vão brigar pelas duas vagas do acesso. Só não pode baixar a guarda e achar que está tudo certo e que o jogo da próxima quarta-feira (25) contra o Guarani, que luta contra o rebaixamento, vai ser moleza.

FOCO
Se jogar com seriedade e concentrado dá para conseguir naturalmente mais três valiosos pontos. Diante do Juventus, quando todo mundo apostava que o time iria embalar de vez (estava invicto há seis jogos), tropeçou diante de um adversário que tem oscilado demais, que não consegue se firmar na tabela. O Metrô não pode mais vacilar. Vou além: não pode mais perder.

PROJEÇÃO
Por falar em tabela, depois do Guarani serão dois jogos seguidos fora de casa: Camboriú e Barra. Na sequência, no Sesi, tendência de confronto direto pelo título do returno contra o Marcílio Dias e o clássico com o Blumenau.

DESFALQUES
A propósito, o BEC segurou o Marcílio Dias até os 38 minutos do segundo tempo, porém desfalcado dos zagueiros Alex e Richard e do volante Bruno Senna, que dão sustentação ao sistema defensivo, não conseguiu voltar de Itajaí com o empate. Os dois gols foram de bolas alçadas na área. Miller, o cara da criação, também não jogou, mas pode voltar na quarta-feira (25/7).

Foto: Leandro Izidoro / Especial Portal Alexandre José

GUERRA
Em Itaiópolis, o BEC faz o “jogo da vida” diante do Operário. Tem três pontos a mais na classificação (11 a 8) e com saldo superior (-14 contra -16). Um empate será muito bem-vindo.

DEPENDÊNCIA
Além do Operário, o Blumenau tem também a concorrência do Guarani, que tem um ponto a menos no geral (11 a 10). Além de fazer a sua parte, o BEC vai ser obrigado a torcer pelo Metrô essa semana.

INDEPENDÊNCIA
Fico imaginando como os times vão chegar na última rodada, no confronto derradeiro, dia 8 de agosto no Sesi. Talvez um dependa de uma vitória para se livrar do descenso e o outro precise fazer os três pontos para se garantir nas semifinais.

INSTABILIDADE
Viton tem um time e não um grupo efetivo. Não consegue manter um padrão, o mesmo nível na hora que tem desfalque ou olha para o banco. Um dos motivos de não conseguir emplacar duas vitórias seguidas por conta da falta de matéria-prima. Sem contar, (desculpem, mas não há como dissociar) as adversidades internas.

A LISTA

Até semana passada, o elenco do Blumenau contava com 33 jogadores. É muita gente para pouco aproveitamento em campo. Uma lista de dispensas com seis nomes estava pronta, foi inclusive motivo de racha (mais um) entre Associação Amigos do BEC e um membro do grupo interventor.

BARCA
Por ora, os diretores se acertaram e apenas dois atletas saíram (Lucas Campestrini, por conta da idade acima dos 23 anos, e Vinícius, que é muito jovem), mas foi suficiente para criar um climão. Pelas minhas contas ficaram 31. Ainda está inchado.

VERSÃO

A propósito, nada do que vem acontecendo é por acaso. Há sempre uma origem. Depois de um tempo, o ex-presidente reapareceu. Postou em sua página oficial do Facebook e encaminhou para a Imprensa blumenauense uma “carta aberta”, um desabafo. Trata-se da sua versão sobre os últimos acontecimentos, que reproduzo aqui, na íntegra. Wanderlei Laureth: Herói ou vilão?

Confira > Carta Aberta

PUBLICIDADE

 

Seja o primeiro a comentar

Deixe uma resposta

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

%d blogueiros gostam disto: